
Com a ajuda do Google, tentei contrariar o Vasco M. Barreto, encontrando uma tenista que me orgulhasse como macho ibérico. Nem me lembro bem das pesquisas que fiz, os termos utilizados (já foi ontem de manhã), mas os resultados não foram o esperado. Comecei para chegar a uma lista de um espanhol com as 20 atletas mais bonitas, entre elas duas tenistas. Fui espreitar: apesar de ter criado expectativas não consegui encontrar melhor do que a María Antonia Sánchez (ao lado) e a Marta Marrero, numa lista elaborada por um, decerto, nacionalista.
Continuei a pesquisa. A necessidade de encontrar as excelentes jogadoras de ténis do mediterrâneo ocidental tornou-se viciante (especialmente porque estava de folga e sem vontade de fazer fosse o que fosse de produtivo) e o resultado era idêntico ao do que se obtém quando um tenista pede para confirmar se a bola foi dentro ou fora: isto é, nunca se sabe. Apareceu depois, numa página qualquer, o nome de Flavia Penneta. Não é já uma ibérica, mas ainda poderíamos de alguma forma reclamar como sendo latina (até mais do que as outras). O resultado: o serviço foi fora. Por essa altura, já um bocado farto de procurar sem resultados uma latina que se visse, fui atrás de fotógrafo alemão, a ver o resultado para uma tal de Silvia Disderi... e deveria ter adivinhado o resultado.
Cansei-me. Assim, e sendo a Sharapova e a Dokic não apenas de Leste como também loiras, pensei que o melhor seria reclamar a Anna Ivanovic. Sim, essa. Ah e, claro, de desporto este gaijo senhor percebe.