
Adivinham quanto custam as calcinhas com suspensórios deste ensaio com Helena Christensen para a Agent Provocateur? O mesmo que um Porto Fonsecas Vintage Magnum.
Piadas à parte, o ensaio fotográfico está interessante. Veja-se este exemplo.
As eleições no País Basco estão a começar. E se pensavamos que os ânimos por lá estão quentes, daqui até à Primavera o termómetro vai subir ainda mais. Zapatero, faits vous jeux...
Gostava de poder oferecer uma real cauda de dinossauro ao ganapo, mas não tenho dinheiro nem espaço para o colocar. Ofertas há, como se comprova por esta notícia do Correio da Manhã (a que cheguei via DoMelhor e CiênciaaoNatural) que informa a colocação à venda de uma cauda e um perónio de um sauropode num anúncio do jornal «Ocasião».
Um retrato do país dos cacos, sem critério, sem política.
Que divertimento, que satisfação pode ter um cabrãozinho a lançar ataques violentos em comentários de blogs escondido sobre o anonimato? Quão pequena terá de ser a sua pila para que nem o nome próprio consiga utilizar? Quão horrivelmente feia e quanta auto-estima faltará à cabrita que nem um nick engraçado inventa? Ao ver alguns posts que têm a ver com situações que conheci por dentro, encontrei comentários assustadores de anónimos, absolutamente idiotas e ofensivos. Quatro ou cinco anos depois, ainda é o que me irrita mais na blogosfera.
Não vou ver o filme "Amália", no entanto já apreendi qualquer coisa com o seu trailer: Amália - adorava - perucas. E ainda dizem os familiares e amigos que estão a danificar a imagem da senhora, tststs.
O Porto não terá este ano a "árvore de Natal mais alta da Europa" (ooooooohhh!), mas a Câmara decidiu colocar na Avenida dos Aliados as tendas para as crianças brincar que no ano passado estavam espalhadas por outros locais da cidade. Em Gaia, a principal animação é a pista de gelo, novamente, o que, com as temperaturas a que chegamos e com a chuva a ajudar, seria dispensável... Que tal uma praia artificial? "Beach no Cais" era mais cool que Cais on ice.
1- Produzir cannabis para os consumidores e abrir cafés em que se compra e se fuma
2- Gastar milhões no combate directo à importação ilegal, chatear pacatos cidadãos que a cultivam como se se tratasse de um chá e arriscar-se a (por osmose) aumentar o consumo de coca, por exemplo.
O ciclo de cinema centrado “Discriminação e Não-Violência” da Amnistia Internacional prossegue no dia 4 de Dezembro com os filmes “Akha: at a Crossroads” e “Telling you the Facts”. "O primeiro retrata a vida do povo Akha, que vive no norte da Tailândia e tem sido alvo de violações dos direitos humanos. O segundo documentário procura fazer uma reconstrução histórica da Guerra Civil na Libéria, através de relatos de ex-crianças soldado", conta a AI.
4/12 22 horas Livraria/café-bar «Gato Vadio», Rua do Rosário, 281