
Clamou-se tanto contra a falta de animação na cidade do Porto que quando ela surge... chama-se a polícia e fala-se de botellón. Não é fácil entender que "a movida" - porque não lhe chamam movida e em vez de botellón? - que se passa no centro da cidade, seja de dia ou de noite, seja contraproducente à ideia de revitalizar o Porto. Não o Porto das "instituições" mas o Porto da gente. Como diria o Chichorro, a lei do tabaco e a colocação de esplanadas fez mais pela animação da cidade do que anos de uma política coerente das instituições.
Se o regabofe que se passou na atribuição de casas pela Câmara Municipal de Lisboa tivesse ocorrido em qualquer outra câmara do país, especialmente uma perto do Porto, na Madeira ou no Algarve (curiosamente as zonas mais autónomas) seria um argumento usado contra a Regionalização. Como ocorreu em Lisboa, o caso é tratado de outra forma. É o típico provincianismo (vulgo costume) dae capital.
A Comissão Europeia pretende que a partir de 2011 todos novos veículos ligeiros de passageiros e comerciais passem a incluir o sistema de luzes Daytime Running Light – DRL. Este sistema liga-se automaticamente assim que a ignição dos veículos é accionada e desliga-se aquando da utilização das luzes nocturnas. Segundo a Comissão Europeia, o objectivo desta medida é aumentar a visibilidade dos veículos, contribuindo para uma maior segurança rodoviária. A introdução da obrigatoriedade do uso de DRL foi aprovada pelo CARS 21, que é um grupo de especialistas em segurança rodoviária.
Sem comentários.
De entre os políticos portugueses, Mário Soares é reconhecidamente o que, ao longo da carreira, ficou mais famoso por dormir em serviço. Há várias fotografias do então deputado, no Parlamento, de suspensórios caídos, a bater uma soneca. O ex-Presidente da República ainda hoje é defensor da bela sesta - embora durante a campanha eleitoral que fez tenha sido obrigado a prescindir dela. Dessas históricas fotos não há rasto na Internet, o que é uma pena. Mas políticos a dormir ou a causar o sono têm aparecido várias nos últimos dias...
Não ter dinheiro para tirar fotocópias ou não ter dinheiro para mandar uma sms são experiências terminais. E seminais, como diriam os críticos de música de uma determinada época. E quando chegados a esta situação resta fazer uma coisa: pedir emprestado, seja a estranhos, que insistiram em que sejam devolvidos os cêntimos, seja à Vodafone, que nos empresta €2,5 de crédito no telemóvel e nos cobra €3,0 no carregamento seguinte. (Já agora, para quem precisar mesmo, manda-se uma sms com a palavra "extra" para o 1777.)
"Quer perder peso, pergunte-me como"
Os amigos dizem que emagreci. A balança confirma. Não fiz, obviamente, nenhum tratamento especial, mas a procura de emprego e a forma como a faço gasta energias para caramba. E suponho que seja isso.
Como? Saia de uma situação mais ou menos estável, seja despedido com salários em atraso, revolte-se, procure mudar de vida, corra de um lado para o outro para falar com amigos que podem ajudar, com familiares e conhecidos que podem precisar ou conhecer alguém que pode precisar e faça tudo isso o mais possível a pé. Depois, cure a ansiedade da espera pelas respostas com caminhadas, caminhadas aqui e acolá que o façam esquecer que está à espera. Junte-lhe um sistema nervoso muito activo -- sempre que se recorda do que lhe foi feito --, e tente acalmá-lo com soluções dinâmicas, um cigarro à volta do querteirão, por exemplo. Comigo resultou.
Em título, o epitáfio do próprio Paul Newman.
Amy McDonald, "This is the life" (mp3 foto)
Os métodos possíveis de apelar ao voto. Via
Vinha no carro a lembrar-me de uma frase mais ou menos assim: "quando vives num sítio onde não podes pôr o nariz fora de casa grande parte do tempo, só te resta fazer música, embebedares-te ou fazer sexo". Não sabia onde a ia buscar, mas era o que estava a pensar enquanto ouvia o novo disco dos Koop. Como sabia que tinha sido no Womenage, acabei por a encontrar nesta caixa de comentários.
Nesta entrevista, chegada via Boingboing, Zizek explica toda a "bullshit" que tem vindo a ser propalada ao longo dos anos. De uma forma que só ele conseguiria.
(para descarregar faça "guardar como" depois de carregar no botão do lado direito do rato).
O Teatro Experimental do Porto vai estrear hoje às 21h15 o Ciclo Viagens que engloba 3 peças: “Não me Lembro de Nada” e “Clara”, ambas de Arthur Miller e “Restos” de Bernardo Santareno. Via.
Um mês depois estou na mesma, estamos praticamente todos os jornalistas despedidos ilegalmente de O Primeiro de Janeiro a 31 de Julho e com salários em atraso. Sendo certo que alguns receberam dinheiro da empresa, conforme foi noticiado, e outros receberam da Segurança Social "normal" o seu dinheiro do fundo de desemprego, a grande maioria ligada à Caixa de Previdência e Abono dos Jornalistas AINDA NÃO RECEBEU UM TOSTÃO.
Era só o desabafo, prontEs!
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