Um blogue a partir do Porto sobre os media, a música e o mundo
28.6.08

E perguntava ela: “Você já pensou que a sua mulher pode não gostar de você tenha revistas pornográficas?”

 

O grau de moralismo bacôco nas perguntas de Tyra Banks aos seus convidados no programa que passou na SIC Gaija no passado domingo rondava-se o cúmulo do ridículo. Tyra Banks é uma espécie de nova Oprah da TV Gaija e os seus programas são um bocadinho mais rasteiros dos que os da que emula e mais próximos, em algumas situações, do Jerry Springer (explorando a androgenia dos convidados ou a sua maneira de vestir, por exemplo).

 

Anyway, no programa a que assisti, meia-dúzia de minutos, apareceram duas senhoras a queixarem-se que os namorados eram “viciados” em “pornografia”.

 

 

Num dos relatos, anotei mentalmente o facto de ele ter um colecção de filmes pornográficos (como quem colecciona filmes de kung fu ou de vampiros) e, no outro, o facto de ele ter uma assinatura num site que lhe permite ver online e ao vivo striptease e de ter um a colecção de revistas “porn” já desde antes do casamento.

 

É relativo. Primeiro porque estamos a falar de uma sociedade que se vê na obrigação de aceitar o striptease e a sua presença no quotidiano parece normal. Depois porque nunca percebi, ao longo do programa, o conceito de “porn” (será a revista Playboy “porn”?). Por fim, porque coleccionar o “Ranger do Texas” é mais perigoso do que coleccionar os filmes da Jenna Jameson, digo eu mas também nunca vi nenhum filme da ex-heroína do estilo pornográfico.

 

Mas para Tyra Banks, que parecia mais velha, mais conservadora e mais black mother do que a própria Oprah para os seus cachorrinhos, a própria ideia da existência de um site onde mulheres se despiam era impensável (mesmo no país onde há mais bares de striptease por metro quadrado).

 

E um das coisas que mais me irritou foi perceber naquele moralismo uma construção que contradiz outros dados da personalidade da apresentadora, mais aberta, com menos necessidade de ser aquilo que os espectadores querem que ela seja.

 

O que me irritou mesmo foi o falso moralismo de perguntar sobre as revistas. Repito, eu não sei qual o conceito de “porn” ali aplicado, mas haverá assim tanta diferença em fazer striptease e fazer isto, isto e isto? É o biquini que faz a diferença? Não acho mal que a Tyra Banks tenha conseguido subir na carreira graças aos ensaios da Sports Ilustrated Swimsuit e da GQ, pelo contrário, contudo, face a tanto moralismo, não sei se entre as revistas do consumidor-pornográfico não se encontrava uma daquelas com a Tyra na capa.

 

tyra banks 02.jpg 

link do postPor filinto, às 16:54  comentar

25.6.08

A câmara da localidade de Morón de la Frontera (30.000), em Sevilha, votou há um mês a elevação da santa ali venerada, a virgem María Auxiliadora, a presidente de câmara honorária. A proposta foi feita pelo autarca eleito pelo PP e subiu a reunião de câmara, tendo sido rejeitada pela coligação Esquerda Unida (o PSOE decidiu não aparecer na sessão). A estupefacção e a indignação já correu meia Espanha, e agora espera-se que o PP se venha a demarcar da forma que o autarca tratou os dois vereadores da Esquerda Unida, tendo-os provocado durante a sessão e depois propôs que fossem assobiados - e não apenas da alienada proposta.

 

 

E a Igreja como reagiu?
A Igreja lamenta que… a televisão La Sexta tenha decidido brincar com a situação e tenha mesmo pedido que a virgem explicasse “o seu programa de governo”.

link do postPor filinto, às 21:22  comentar

23.6.08

George Carlin foi.

Via.

 

link do postPor filinto, às 16:46  comentar

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22.6.08


The White Stripes - I Just Don’t Know What To Do With Myself

 

link do postPor filinto, às 16:51  comentar

No parque infantil de areia, o ganapo a quem muitos chamam carinhosamente de Calvin estava a fazer do dinossauro que destrói uma coluna de camiões. Três pindéricas pouco mais velhas do que ele, com quem antes o pai do Calvin se tinha cruzado junto à máquina de café das redondezas na altura em que estas brincavam às casinhas e aos bebés e aos salários, ter-lhe-ão dito que o parque infantil era do condomínio delas e que ele não podia brincar ali. No momento em que o pai do Calvin sai da beira da máquina de café e acende um educativo cigarro em direcção ao parque infantil apercebe-se que elas vêm em passo acelerado a "combinar" como se pode ter um parque infantil, podíamos comprar um a vinte euros por mês*, enquanto ele já se havia transformado em tigre preparado para atacar os cavalos do carrossel, numa espécie de Hobbes. Depois de tomar banho, o Calvin conta a prosápia das meninas que brincavam à versão tuga das Donas de Casa Desesperadas e explica que depois de o terem tentado expulsar do parque infantil elas assustaram-se da mesma forma que se assustam os putos da escolinha que o chateiam: com a sua imitação do tigre do Shere Kan, o mauzão de "O Livro da Selva".

* este post não é inventado, é descritivo; a frase em itálico ("podíamos comprar um a vinte euros por mês") é reproduzida ipsis verbis.
link do postPor filinto, às 08:30  comentar

No parque infantil de areia, o ganapo a quem muitos chamam carinhosamente de Calvin estava a fazer do dinossauro que destrói uma coluna de camiões. Três pindéricas pouco mais velhas do que ele, com quem antes o pai do Calvin se tinha cruzado junto à máquina de café das redondezas na altura em que estas brincavam às casinhas e aos bebés e aos salários, ter-lhe-ão dito que o parque infantil era do condomínio delas e que ele não podia brincar ali. No momento em que o pai do Calvin sai da beira da máquina de café e acende um educativo cigarro em direcção ao parque infantil apercebe-se que elas vêm em passo acelerado a "combinar" como se pode ter um parque infantil, podíamos comprar um a vinte euros por mês*, enquanto ele já se havia transformado em tigre preparado para atacar os cavalos do carrossel, numa espécie de Hobbes. Depois de tomar banho, o Calvin conta a prosápia das meninas que brincavam à versão tuga das Donas de Casa Desesperadas e explica que depois de o terem tentado expulsar do parque infantil elas assustaram-se da mesma forma que se assustam os putos da escolinha que o chateiam: com a sua imitação do tigre do Shere Kan, o mauzão de "O Livro da Selva".

* este post não é inventado, é descritivo; a frase em itálico ("podíamos comprar um a vinte euros por mês") é reproduzida ipsis verbis.
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19.6.08



pausa


Upload feito originalmente por fpm



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16.6.08
As paredes falam, durante a revolta de Maio de 1968 falaram e estes foram alguns dos slogans e frases que se reuniram:





"Viva a comunicação, abaixo a telecomunicação!"
Odeón

"Dios: sospecho que eres un intelectual de izquierda"
Liceo Condorcet

"Las paredes tienen orejas. Vuestras orejas tienen paredes"
Ciencias Políticas

"La barricada cierra la calle pero abre el camino"
Censier

"¡¡¡ Te amo !!! ¡Oh, díganlo con adoquines"
Nanterre

"Es necesario explorar sistemáticamente el azar"
Censier

"La acción no debe ser una reacción sino una creación"
Censier

"Somos todos judíos alemanes"
Sorbona

"Camaradas: proscribamos los aplausos, el espectáculo está en todas partes"
Nanterre

"El que habla del amor destruye el amor"
Nanterre

"Es necesario llevar en sí mismo un caos para poner en el mundo una estrella danzante (Nietzche)"
Odeón

"Tomemos en serio la revolución, pero no nos tomemos en serio a nosotros mismos"
Odeón

"Viole su alma mater"
Nanterre

"Cuando la asamblea nacional se convierte en un teatro burgués, todos los teatros burgueses deben convertirse en asambleas nacionales"
Odeón

"No es el hombre, es el mundo el que se ha vuelto anormal (Artaud)"
Nanterre

"Todo el poder a los consejos obreros (un rabioso)
Todo el poder a los consejos rabiosos (un obrero)"
Censier

"No es una revolución, majestad, es una mutación"
Nanterre

"El patriotismo es un egoísmo en masa"
Sorbona

"El acto instituye la conciencia"
Nanterre

"La burguesía no tiene más placer que el de degradarlos todos"
Fac. de Derecho - Assas

"La imaginación no es un don, sino el objeto de conquista por excelencia (Breton)"
Condorcet

"Pensar juntos, no. Empujar juntos, sí."
Fac. de Derecho - Assas

"Nuestra esperanza sólo puede venir de los sin esperanza."
Ciencias Políticas

Click para agrandar "Los que tienen miedo estarán con nosotros si nos mantenemos firmes."
Fac. de Medicina

"Gracias a los exámenes y a los profesores el arribismo comienza a los seis años."
Sorbona

"Decreto el estado de felicidad permanente."
Ciencias Políticas

"Graciosos señores de la política: ocultáis detrás de vuestras miradas vidriosas un mundo en vías de destrucción. Gritad, gritad; nunca se sabrá lo suficiente que habéis sido castrados."
Sorbona

"Prohibido prohibir. La libertad comienza por una prohibición."
Sorbona

"Un solo week-end no revolucionario es infinitamente más sangriento que un mes de revolución permanente."
Fac. de Lenguas Orientales

"Cambiar la vida. Transformar la sociedad."
Ciudad Universitaria

"Heráclito retorna. Abajo Parménides. Socialismo y libertad."
Sorbona

"Contempla tu trabajo: la nada y la tortura forman parte de él."
Sorbona

"¡Franceses, un esfuerzo más! (Marqués de Sade)"
Sorbona

"¡¡Roben!!"
Paredes de los Bancos

"La emancipación del hombre será total o no será."
Censier

"La novedad es revolucionaria, la verdad también."
Censier

"Queremos las estructuras al servicio del hombre y no al hombre al servicio de las estructuras. Queremos tener el placer de vivir y nunca más el mal de vivir."
Odeón

"El arte ha muerto. Liberemos nuestra vida cotidiana."
Sorbona

"¡La pasión de la destrucción! Es una alegría creadora. (Bakunin)"
Sorbona

"La libertad es la conciencia de la necesidad" [No lo atribuyen, pero que yo recuerde eso es de Hegel]
Plaza de la Sorbona

"¡Abajo el orientalismo neo-exótico!"
Fac. de Lenguas Orientales

"No me liberen, yo basto para eso."
Nanterre

"Escuela de la calle."
Calle de las Escuelas

"Un policía duerme en cada uno de nosotros, es necesario matarlo."
Censier

"La vida está más allá."
Sorbona

"Mis deseos son la realidad."
Nanterre

"Todo es dadá."
Odeón

"Abraza a tu amor sin dejar tu fusil."
Odeón

"Las jóvenes rojas
cada vez más hermosas."
Medicina

"Y sin embargo todo el mundo quiere respirar y nadie puede respirar; y muchos dicen 'respiraremos más tarde'. Y la mayor parte no mueren porque ya están muertos".
Nanterre

"La revuelta y solamente la revuelta es creadora de la luz, y esta luz no puede tomar sino tres caminos: la poesía, la libertad y el amor. (Breton)"
Fac. de Derecho - Assas

"La imaginación toma el poder."
Sorbona

"En los exámenes, responda con preguntas."
Sorbona

Click para agrandar "Aprende a cantar la internacional."
Barrio Latino

"No puede volver a dormir tranquilo aquel que una vez abrió los ojos."
Nanterre

"La acción permite superar las divisiones y encontrar soluciones. La acción está en la calle."
Ciencias Políticas

"Para poder discutir la sociedad en que se æviveÆ, es necesario antes ser capaz de discutirse a sí mismo."
Odeón

"¡Viva la comuna!"
Barrio Latino

"El levantamiento de los adoquines de las calles constituye la aurora de la destrucción del urbanismo."
Sorbona

"Acumulen rabia."
Nanterre

"No hay pensamiento revolucionario. Hay actos revolucionarios."
Nanterre

"Olvídense de todo lo que han aprendido. Comiencen a soñar."
Sorbona

"Desabrochen el cerebro tan a menudo como la bragueta."
Odeón

"Hay método en su locura. (Hamlet)"
Nanterre

"Lo sagrado: ahí está el enemigo."
Nanterre

"Yo jodo a la sociedad, pero ella me lo devuelve bien."
Ciencias Políticas

"Digo no a la revolución con corbata."
Bellas Artes

"Yo me propongo agitar e inquietar a las gentes. No vendo el pan, sino la levadura. (Unamuno)"
Odeón

"Abajo el realismo socialista. Viva el surrealismo."
Condorcet

"La voluntad general contra la voluntad del general."
Censier [Caramba, eso suena conocido]

"Exagerar, esa es el arma."
Censier

"Mutación lava más blanco que Revolución o Reformas."
Censier

"Cuanto más hago el amor, más ganas tengo de hacer la revolución.
Cuanto más hago la revolución, más ganas tengo de hacer el amor."
Sorbona

"La poesía está en la calle."
Calle Rotrou

"No queremos un mundo donde la garantía de no morir de hambre se compensa por la garantía de morir de aburrimiento."
Odeón

"No se encarnicen tanto con los edificios, nuestro objetivo son las instituciones."
Sorbona Click para agrandar

"Si lo que ven no es extraño, la visión es falsa."
Sorbona

"La belleza será convulsiva o no será. (Breton)"
Sorbona

"La sociedad es una flor carnívora."
Sorbona

"Empleó tres semanas para anunciar en cinco minutos que iba a emprender en un mes lo que no pudo hacer en diez años."
Grand-Palais

"Dejemos el miedo al rojo para los animales con cuernos."
Sorbona

"Proletario es aquel que no tiene ningún poder sobre el empleo de su vida y que lo sabe."
Censier

"Un pensamiento que se estanca es un pensamiento que se pudre."
Sorbona

"Sean realistas: pidan lo imposible"
Censier




Retirado daqui
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link do postPor filinto, às 08:38  comentar

Slavoj Zizek questiona o Maio de 68. E chega a perguntar se foi uma mudança para que tudo ficasse na mesma, uma rumspriga amish...

Retirado de EL Universal



Slavoj Zizek es un intelectual neocomunista profundamente endeble. De esos que aún reivindican las boberías de Marx. Tan endeble es, que en su libro La suspensión política de la ética llega a preguntarse: "¿Fue, como podemos asegurar hoy, incluso el glorioso mayo del 68 de París una rumspringa colectiva que reforzó la capacidad reproductiva del sistema?".

Lo de rumspringa alude a una atávica costumbre de los amish norteamericanos que -al cumplir los 17 años- botan a sus hijos de la casa para que vivan el derrape exterior y regresen al hogar reconciliados con la secta. Análogamente, los jóvenes parisinos del 68 habrían degustado la revolución para volver luego al Capitalismo. Y Slavoj, desolado, agrega: "Nada mejor para una adecuada integración a la comunidad político-ideológica hegemónica que un pasado 'radical' en el cual se han vivido los sueños mas desatados... es el sorprendente número de neoconservadores gringos actuales que fueron trotskistas en su juventud".

Zizek, al parecer, no regresó al hogar, se quedó en la rumspringa: ¡¡sigue siendo comunista aunque ahora, a diferencia del 68, todo el mundo sepa que se trata de un fraude!! El terrible Slavoj acaba de publicar, en El País, un lamentable artículo en el que se pregunta: "¿Contiene el capitalismo globalizado actual antagonismos tan fuertes cómo para impedir su reproducción indefinida?". Más adelante: "la privatización de la sustancia común de nuestro ser social es un acto violento al que hay que resistirse por todos los medios ¡¡incluso violentos!!, si es necesario" (la doble admiración es mía). Y, para rematar: "¿Acaso la necesidad de una acción política mundial que sea capaz de neutralizar y canalizar los mecanismos de mercado no sustituye a una perspectiva propiamente comunista? Así, la referencia a los 'elementos comunes' justifica la resurrección de la idea de comunismo: nos permite ver el 'encerramiento' progresivo de esos elementos comunes como proceso de proletarización de quienes, con él, quedan excluidos de su propia sustancia".

Brutalmente inconsistente, infantiloso: en la primera parte de ese último párrafo se asume la posibilidad de una "acción política mundial capaz de neutralizar y canalizar los mecanismos de mercado", proceso éste que podría sustituir "a una perspectiva propiamente comunista". Para luego agregar que "los elementos comunes justifican (por todos los medios, incluso los violentos) la resurrección de la idea del comunismo".

Pero la síntesis de lo endeble del pensamiento de Zizek, la expresión más hermosa de cuán juveniles son sus ideas, es esa pregunta acerca de si "el capitalismo globalizado contiene antagonismos capaces de impedir su reproducción indefinida". Como si alguien fuese tan bruto para pensar que a dicho sistema hay que mantenerlo intacto ¡¡indefinidamente!! Como si las reformas no existiesen. Es la idea más tonta de Marx, la propia noción de Revolución: la creencia infantil de que el Capitalismo sustituyó al Feudalismo exactamente el 14 de julio de 1789 ¡¡y no a través de un lentísimo proceso que a lo largo de 600 años transformó al Feudalismo desde dentro!! Es negarse a captar que el capitalismo, gracias a la Responsabilidad Moral de la Empresa, puede abordar, entre muchos otros, los cuatro grandes problemas que -según Zizek- ni el mercado, ni la propiedad privada pueden resolver: la amenaza de una catástrofe ecológica, las inmigraciones ilegales masivas, las implicaciones éticas de la biogenética y las aberraciones más extremas de la propiedad intelectual.

emeteriog@cantv.net
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8.6.08

Caça à evasão fiscal prejudica

Por vezes fico varado com os especialistas portugueses. Ainda recentemente contei aqui, os resultados a que chegou a ONG Christian Aid sobre a evasão fiscal, dizia a organização que esta prática será responsável pela morte de 5,6 milhões de crianças com menos de cinco anos entre 2000 e 2015 apenas nos países em desenvolvimento. Agora, ao reler um artigo de Manuel Leite Monteiro - titulado também O verdadeiro custo da evasão fiscal - fico a saber que perseguir a fuga aos impostos tem consequências negativas para toda a população. Embora sendo uma irregularidade que se deve combater, a evasão fiscal, escreve, tem um impacto sobre todos os contribuintes porque a detecção da evasão e a sua penalização agravará os preços. Solução: é preciso ter cuidado quando se combate a evasão fiscal (!?!?).

Artigo completo de Manuel Leite Monteiro em baixo.

 

link do postPor filinto, às 16:59  comentar

6.6.08

O governo espanhol é muito aberto e tal… desde que isso não inclua casar com mais do que um parceiro. Ou será apenas uma opinião da vice-presidente*? O que é certo é que o princípe herdeiro da Arábia Saudita está de visita ao palácio real espanhol com as suas quatro mulheres. Ele pode. É o ascendente, negro.

*link
A vice-presidente do Governo, María Teresa Fernández de la Vega, afirmó que teve de posar com um empresário nigeriano e as suas três esposas, mas que foi uma situação ‘creada de forma natural y protocolaria’ que pode suceder neste tipo de encontros e reiterou que essa imagem é a ‘manifestación de un drama que hay que combatir’. ‘Ni desde el punto de vista legal, ni cultural, ni de las convicciones personales, puedo compartir ni justificar este tipo de situación’, sentenció. De la Vega indicó que el episodio de la fotografía puede tener una vertiente positiva si sirve para ‘llamar la atención sobre algo que hay que erradicar’ y que ‘desgraciadamente está muy extendido’, al tiempo que mantuvo su ‘rechazo total’ a la poligamia desde el punto de vista personal.

link do postPor filinto, às 17:17  comentar

O governo espanhol é muito aberto e tal... desde que isso não inclua casar com mais do que um parceiro. Ou será apenas uma opinião da vice-presidente*? O que é certo é que o princípe herdeiro da Arábia Saudita está de visita ao palácio real espanhol com as suas quatro mulheres. Ele pode. É o ascendente, negro.

*link

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A vice-presidente do Governo, María Teresa Fernández de la Vega, afirmó que teve de posar com um empresário nigeriano e as suas três esposas, mas que foi uma situação 'creada de forma natural y protocolaria' que pode suceder neste tipo de encontros e reiterou que essa imagem é a 'manifestación de un drama que hay que combatir'. 'Ni desde el punto de vista legal, ni cultural, ni de las convicciones personales, puedo compartir ni justificar este tipo de situación', sentenció. De la Vega indicó que el episodio de la fotografía puede tener una vertiente positiva si sirve para 'llamar la atención sobre algo que hay que erradicar' y que 'desgraciadamente está muy extendido', al tiempo que mantuvo su 'rechazo total' a la poligamia desde el punto de vista personal.

Publicado originalmente aqui.
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link do postPor filinto, às 16:02  comentar

O governo espanhol é muito aberto e tal... desde que isso não inclua casar com mais do que um parceiro. Ou será apenas uma opinião da vice-presidente*? O que é certo é que o princípe herdeiro da Arábia Saudita está de visita ao palácio real espanhol com as suas quatro mulheres. Ele pode. É o ascendente, negro.

*link

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A vice-presidente do Governo, María Teresa Fernández de la Vega, afirmó que teve de posar com um empresário nigeriano e as suas três esposas, mas que foi uma situação 'creada de forma natural y protocolaria' que pode suceder neste tipo de encontros e reiterou que essa imagem é a 'manifestación de un drama que hay que combatir'. 'Ni desde el punto de vista legal, ni cultural, ni de las convicciones personales, puedo compartir ni justificar este tipo de situación', sentenció. De la Vega indicó que el episodio de la fotografía puede tener una vertiente positiva si sirve para 'llamar la atención sobre algo que hay que erradicar' y que 'desgraciadamente está muy extendido', al tiempo que mantuvo su 'rechazo total' a la poligamia desde el punto de vista personal.

Publicado originalmente aqui.
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