Um blogue a partir do Porto sobre os media, a música e o mundo
30.4.08
Campaña estatal de Espacio Alternativo sobre el cuarenta aniversario de mayo del 68. Transformar el mundo, cambiar la vida, ése era y es el "espíritu del 68" que queremos seguir reivindicando. La campaña se inicia con dos actos en Barcelona y Madrid, que continuarán a lo largo del mes de mayo con actos por todo el Estado.

Espacio Alternativo / Revolta Global (Para Kaos en la Red) [20.04.2008 22:32] -

Cuarenta años después de Mayo del 68, son muchas las "conmemoraciones" que de aquel acontecimiento histórico se siguen haciendo. Hay quienes, como Sarkozy, quieren convertirlo en el "demonio" a enterrar para así poder avanzar mejor en la contrarrevolución neoliberal y militarista que amenaza con acabar con todas las conquistas logradas desde entonces. Hay también quienes, habiendo participado en aquel movimiento, reniegan de él o simplemente lo reducen a una mera revuelta cultural para así justificar su adhesión inquebrantable al capital.


Pero Mayo del 68 fue, sobre todo, un desafío a los poderes instituidos: al gaullismo, al capitalismo, al stalinismo. Fue el momento más álgido de un año que en Vietnam, Washington, Berlín, Torino, Tokio, Praga, México, Atenas y otros muchos lugares conmocionó el mundo entero y volvió a poner de actualidad la necesidad y la posibilidad de la revolución. Abrió, además, una brecha a través de la cual movimientos como el feminista, el ecologista, el antimilitarista o la contra-cultura recrearon nuevos frentes de lucha que se unieron al ya viejo combate contra la explotación capitalista.


También aquí, en el Estado español, el movimiento estudiantil y la juventud obrera que luchaban contra la dictadura franquista se sintieron identificados con los mensajes que llegaban del país vecino: "No es más que un comienzo, la lucha continúa", "No queremos ser los perros guardianes de la burguesía", "Seamos realistas, pidamos lo imposible", "La barricada cierra la calle pero abre el camino", "Prohibido prohibir", "Cuanto más hago el amor, más ganas tengo de hacer la revolución; cuanto más hago la revolución, más ganas tengo de hacer el amor". Transformar el mundo, cambiar la vida, ése era y es el "espíritu del 68" que queremos seguir reivindicando. Porque también aquí, frente a una derecha ultraconservadora y ante un social-liberalismo convertido en gestor leal del capitalismo, un nuevo "Mayo del 68" y una nueva izquierda anticapitalista y alternativa son más necesarios que nunca.


La campaña se inicia con dos actos en Madrid y Barcelona, que continuarán a lo largo del mes de mayo con actos por todo el estado.


En Barcelona, Revolta Global os invita a participar en el acto "Maig 1968-2008. Continuem el combat", que se celebrará el viernes 25 de abril, a las 19 horas, en Cotxeres de Sants (Sala de Conferències c/ de Sants 79; Metro: Plaça de Sants L-1, L-5)


Intervendrán:



  • Daniel Bensaïd, profesor de filosofía en la Université Paris VIII, miembro de la LCR, antiguo dirigente estudiantil del mayo del 68, autor de una treintena de libros y uno de los intelectuales marxistas contemporáneos más respetados internacionalmente.

  • Jordi Dauder, actor, participante en el mayo del 68 (intervención per videoconferencia)

  • Miguel Romero, director de la revista Viento Sur. Autor con Jaime Pastor y Manolo Garí del libro "1968. El mundo pudo cambiar de base" (La Catarata, 2008).

  • Esther Vivas, miembro de Revolta Global


  • En Madrid, Espacio Alternativo organiza el acto "Mayo 1968-2008: Continuamos el Combate" que se celebrará el sábado 26 de abril a las 19h. en el Instituto Cardenal Cisneros (Pza. de los Reyes 3, Metro Pza. de España o Noviciado).


    Intervendrán:



  • Daniel Bensaïd, profesor de filosofía en la Université París VIII, miembro de la LCR, antiguo dirigente estudiantil del mayo del 68.

  • Miguel Urbán, militante de Espacio Alternativo

  • Jaime Pastor, Profesor de CC Política de la UNED, activista del 68 y militante de Espacio Alternativo

  • Montserrat Galcerán, Catedrática de Filosofía de la UCM y miembro de la Universidad Nómada

  • http://www.espacioalternativo.org
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    30/04/2008 00:30

    Houve um tempo, no século passado, em que ser cult politicamente era debater os moldes e a abrangência da revolução socialista. Se aprofundá-la na "mãe Rússia", e só depois exportá-la para o resto do mundo, como quis Josef Stalin (1878-1953), ou fazê-la em escala global, simultaneamente. Ontem, no saguão do Aeroporto Internacional Pinto Martins, em Fortaleza, um pequeno grupo de cearenses mostrou que Leon Trotski (1879-1940) poderia estar com a razão.

    Liderados pela ex-prefeita Maria Luiza, dez manifestantes embarcaram para Paris, França, para participar das comemorações dos 40 anos do dia 1º de maio de 1968. Considerada a Meca da juventude rebelde da História Contemporânea, a "Cidade Luz" deverá receber centenas, talvez milhares, de homens e mulheres de várias partes do mundo, para debater os rumos da humanidade.

    Para quem não conhece o modus operandi da Crítica Radical, como o grupo é conhecido, é como se eles fossem debater a recente crise no abastecimento de arroz, só que com muitos protestos, palavras de ordem e irreverência. "O impensável e o impossível vão se encontrar", diz o slogan da capa do panfleto, escrito em português. Ou, se preferirem, "L´impensable et l´impossible vont se rencontrer", como anota o material que entupiu as mochilas dos viajantes, traduzido em francês. Radical Chique.

    Mas eles percorreram um longo percurso até fazer o check-in. Feijoadas, bingos e rifas não faltaram nos últimos meses. Um parte da viagem foi custeada pelos próprios frutos da estrutura que tanto criticam: parlamentares e demais representantes de aparelhos ideológicos do Estado. Uma entidade da Alemanha também entrou com uma parte.

    O grupo ficará por 13 dias no País do casal Sarkozy/Carla Bruni. "Vamos celebrar esse momento e fazer o chamamento para esse momento de ruptura, onde os políticos e a política perderam o seu fim", avisa Maria Luiza, que participou, ativamente, em Fortaleza, das atividades paralelas naquele longínquo maio de 68.

    Antes do embarque, passos de xote ao som de uma sanfona dava o tom da animação. Impossível não chamar a atenção dos que trafegavam por ali, indo ou voltando para alguma parte desse mundo capitalista. E para mostrar que, para além das tragédias históricas, há boas coincidências, basta citar o número do vôo da Gol, no qual embarcaram: 1789, o ano da Revolução Francesa.
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    Escrito por Helio Rubens de Arruda e Miranda terça, 29 abril 2008

    Matéria publicada pelo jornal Folha de São Paulo (jornalista Samy Adghirni) dia 28 último, faz comentários sobre os pensamentos do intelectual francês, diz que "para o pensador francês, desesperança e descrença no progresso trazidas pelos anos 90 desamparam atual geração e a empurram para um presente sem sentido" e divulga uma pequena entrevista com ele. Vale leitura! (HR)



    Para o jornal paulistano, o francês Edgar Morin "é um dos últimos grandes pensadores vivos" e apresenta-o a quem não o conhyece: "Filósofo, historiador e sociólogo, aos 87 anos se empolga ao falar dos movimentos estudantis atuais e diz que uma das maiores conquistas de Maio de 68 foi a afirmação da adolescência como entidade social autônoma", mas ressalva que para Morin "a crise moral que provocou o levante de 40 anos atrás é hoje muito mais grave porque o mundo, segundo ele, perdeu totalmente a crença num futuro melhor".


    Antes da entrevista, o jornalista diz que Morin "passou boa parte de sua trajetória intelectual defendendo a transdisciplinaridade, a idéia segundo a qual as ciências são complementares e o conhecimento só é válido quando colocado sob a luz da abrangência".


    Eis alguns trechos da matéria:

    "MORIN avisou que o tema de sua intervenção seria "1968-2008: o mundo que eu vi e vivi". Foi uma oportuna maneira de analisar os rumos da humanidade às vésperas do 40º aniversário da revolta francesa de Maio de 1968, o evento estudantil e operário que ultrapassou fronteiras, disseminando os valores que até hoje norteiam boa parte da modernidade ocidental. Horas antes da palestra, no último dia 14, MORIN conversou por 40 minutos com a Folha no saguão de um luxuoso hotel da capital gaúcha. Os gestos frágeis e a voz definhante não condizem com o discurso vibrante e apaixonadamente engajado de um homem que dedicou a vida ao entendimento humano. Eis os principais trechos da entrevista".

    Pensamentos principais revelados pela entrevista com Edgar Morin:

    "MORIN - Parece cada vez mais grave a confrontação entre os mundos árabe-islâmico e ocidental. Mas isso não é um choque de civilizações, até porque boa parte do mundo muçulmano está amplamente ocidentalizada. O problema é que os países árabe-islâmicos estão tomados por um desespero ligado ao fracasso da democracia e do socialismo naquela região e à imensa corrupção trazida pelo capitalismo. Diante disso, parte da população torna-se ultra-religiosa e pensa que a salvação está numa interpretação integrista da sharia, a lei islâmica".

    "O choque das civilizações é uma profecia que se auto-realiza. Acreditar nela é estimulá-la. Além disso, islã, cristianismo e judaísmo têm um tronco comum. São fés monoteístas muito parecidas. Por isso me tranqüiliza saber que grandes civilizações como a China e a Índia tiveram a felicidade de escapar disso. Muitos males advêm dos monoteísmos".

    "Olhe o que acontece com a questão israelo-palestina. Nos dois lados impera cada vez mais a visão religiosa de um problema fundamentalmente nacionalista. Repare na força dos evangélicos nos EUA, berço da sociedade mais materialista do mundo e onde a teoria do criacionismo não pára de se espalhar. Tudo isso é uma grande regressão. Não acredito no choque das civilizações, acredito na volta da barbárie em suas mais diversas formas".

    Respondendo sobre 'O qe sobrou do momento de estudantes de maio de 68, Morin disse:

    "1968 foi, antes de mais nada, um ano de revolta estudantil e juvenil, numa onda que atingiu países de naturezas sociais e estruturas tão diferentes como Egito, EUA, Polônia... O denominador comum é uma revolta contra a autoridade do Estado e da família. A figura do pai de família perdeu importância, dando início a uma era de maior liberdade na relação entre pais e filhos. A revolta teve um caráter mais marcante nos países ocidentais desenvolvidos. Teóricos achavam que vivíamos numa sociedade que resolveria os problemas humanos mais fundamentais. E, de repente, percebeu-se que havia uma insatisfação na parte mais privilegiada dessa sociedade, que é a juventude estudante. Jovens de classes privilegiadas que desfrutavam de bens materiais preferiram buscar uma vida comunitária, num sinal de que o consumismo da sociedade ocidental não resolvia os problemas e aspirações humanas. Muitos desses jovens trocaram a cidade pela vida com as cabras, em busca de felicidade. Esses grupos não duraram, porque não conseguiram resolver os problemas e conflitos -só perduram comunidades que têm o cimento religioso. Mas o importante é que houve um processo de auto-afirmação da adolescência como entidade social e cultural. O rock, muito além da música, consiste em agrupamentos de jovens. É uma maneira de se vestir e se comportar. É a autonomização da adolescência, que se afirma por oposição ao mundo adulto dos professores e pais. Depois disso, a poeira baixou e tudo pareceu voltar ao que era antes. Mas houve mudanças, sim. Foi depois de 68 que os homossexuais e as minorias étnicas se afirmaram e que o novo feminismo se desenvolveu. A imprensa feminina francesa pré-68 dizia: "sejam bonitas e façam uma boa comidinha para agradar aos seus maridinhos". Depois de 68, essa mesma imprensa passou outro recado: "vocês estão ficando velhas, seus filhos foram embora e seus maridos as traem, então resistam". Foi uma verdadeira crise da idéia de felicidade, que é a grande mitologia da sociedade ocidental.


    Perguntado se "um levante semelhante seria possível hoje em dia", o pensador francês disse que " fatos históricos dificilmente se repetem, mas eu me pergunto se a comemoração de Maio de 68 não vai estimular jovens a seguirem o mesmo caminho. Na França, houve recentemente uma pseudo-reforma do ensino que despertou mais uma vez movimentos estudantis consideráveis. Claro, não tem nada a ver com Maio de 68, mas é alguma coisa. Hoje em dia, movimentos estudantis se generalizam rapidamente e prosseguem mesmo quando o governo satisfaz os seus pedidos. É a alegria de estar juntos na rua, de desafiar os professores e a polícia. Até quando as reivindicações são ridículas, o fenômeno é importante, pois permite ao jovem tornar-se cidadão, escapando assim da crescente tendência ao apolitismo".

    Outros trechos da entrevista da Folha com Edgar Morin:

    FOLHA - Mas o mal-estar que causou Maio de 68 permanece...

    MORIN - Não só permanece, como agravou-se. Onde há vida urbana e desenvolvimento, há estresse e ritmos de trabalho desumanos. A poluição causa males terríveis, e nossa civilização é incapaz de impedir a criação de ilhas de miséria. Mas o que piorou mesmo foi o fato de termos perdido a fé no progresso. O mundo ocidental dava como certa a idéia de que o amanhã seria radioso. Mas, nos anos 90, percebeu-se que a ciência trazia também coisas como armas de destruição em massa e que a economia estava desregulada, enterrando de vez a promessa de que as crises haviam deixado de existir. O sentimento de precariedade é agravado pelo fato de os pais não saberem se seus filhos terão um emprego. Tampouco há esperança vinda da esfera política. Os políticos hoje se contentam em pegar carona no crescimento econômico. Não bastasse a ilusão de que esse crescimento da economia resolveria os problemas, eis que agora impera a estagnação. O mal-estar está mais profundo, inclusive nas classes que têm acesso ao consumo. E quando não há mais futuro, a gente se agarra a um presente desprovido de sentido ou ao passado -nação e religião.


    FOLHA - O senhor acredita no choque das civilizações?

    MORIN - Parece cada vez mais grave a confrontação entre os mundos árabe-islâmico e ocidental. Mas isso não é um choque de civilizações, até porque boa parte do mundo muçulmano está amplamente ocidentalizada. O problema é que os países árabe-islâmicos estão tomados por um desespero ligado ao fracasso da democracia e do socialismo naquela região e à imensa corrupção trazida pelo capitalismo. Diante disso, parte da população torna-se ultra-religiosa e pensa que a salvação está numa interpretação integrista da sharia, a lei islâmica. O choque das civilizações é uma profecia que se auto-realiza. Acreditar nela é estimulá-la. Além disso, islã, cristianismo e judaísmo têm um tronco comum. São fés monoteístas muito parecidas. Por isso me tranqüiliza saber que grandes civilizações como a China e a Índia tiveram a felicidade de escapar disso. Muitos males advêm dos monoteísmos. Olhe o que acontece com a questão israelo-palestina. Nos dois lados impera cada vez mais a visão religiosa de um problema fundamentalmente nacionalista. Repare na força dos evangélicos nos EUA, berço da sociedade mais materialista do mundo e onde a teoria do criacionismo não pára de se espalhar. Tudo isso é uma grande regressão. Não acredito no choque das civilizações, acredito na volta da barbárie em suas mais diversas formas.

    FOLHA - Uma das maiores mudanças mundiais das últimas décadas, a internet, na sua opinião, afastou ou aproximou as pessoas?

    MORIN - Se considerarmos o fato de a internet ser um instrumento polivalente, que serve até aos interesses do crime, acho que a rede aproxima as pessoas. A internet tornou-se um sistema nervoso artificial que tomou conta do planeta. É algo que ajuda muito na hora de desenvolver afinidades, encontrar amigos, amores ou parceiros de hobby. A internet é um fato universal importantíssimo.

    Mas os sistemas de comunicação não criam compreensão. A comunicação apenas transmite informação. É preciso estimular o surgimento de uma consciência planetária. Se a internet não desenvolver a idéia da comunidade de destinos da humanidade, terá apenas uma função limitada e parcelar.

    FOLHA - Que papel restou para o intelectual hoje?

    MORIN - O intelectual é alguém que toma a palavra em público para levantar problemas fundamentais. Infelizmente, os intelectuais foram levianos quando se tornaram stalinistas ou maoístas. Eles enganaram as pessoas.Por outro lado, é ruim quando nos deparamos com um mundo entregue a peritos, especialistas e economistas, que são incapazes de enxergar a abrangência dos problemas essenciais e globais.Intelectuais são necessários, mesmo quando eles se enganam. Quanto mais o mundo acha que não precisa deles, mais eles fazem falta (risos).

    Edgar Morin foi convidado a abrir a segunda edição do ciclo de palestras 'Fronteiras do Pensamento Braskem-Copesul"', realizado em Porto Alegre/RS
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    Plantão | Publicada em 28/04/2008 às 16h46m O Globo

    Em maio, mês em que se lembram os 40 anos dos protestos de 68, a editora Record publica em formato de bolso, pelas edições BestBolso, dois livros marcantes para se entenderem os acontecimentos do período no Brasil: "Os carbonários", de Alfredo Sirkis, e "Viagem à luta armada", de Carlos Eugênio Paz. Ambos custam R$ 17,90.

    Sirkis, que escreveu novo posfácio para o pocket ("sinto-me a anos-luz do guerrilheiro Felipe com seus 19 anos e sua intrincada mescla de revolta e pulsão de ser herói"), conta a história de sua participação no movimento estudantil, de 1967 a 1971. Faz um relato sobre como o movimento foi esmagado pelo regime militar e sobre como "um jovem secundarista se torna guerrilheiro urbano". Fala do seqüestro dos embaixadores da Alemanha e da Suíça e da libertação de 110 presos políticos. Destaca, ainda, "as façanhas e os dilemas de Carlos Lamarca e a crise e a destruição da guerrilha".

    Já a história contada por Carlos Eugênio, que entrou na luta armada aos 17 anos, inspirou o filme "Cabra-cega", de Toni Ventura. O livro é publicado com o prefácio original assinado pelo jornalista Franklin Martins, líder estudantil há 40 anos e ex-guerrilheiro, hoje ministro da Secretaria de Comunicação Social.
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    28.4.08

    Quando chega a esta altura tenho sempre de levar com as “bocas” sobre a “seca” que é o snooker… Nem comento. E logo hoje que o O’Sullivan clarificou a passagem para a ronda seguinte com um máximo (video aqui) e que Swail e Liang fizeram um jogo emocionante. Uma “seca”? Ná, uma “seca” é gozarem com o Chalana por ele dizer que nos estão a “empurrar para baixo”. Admitir que o treinadorix até pode estar a fazer um trabalho de caca - que se confunde com o trabalho que o presidente está a fazer - é uma coisa, mas acusarem-no de não saber o que diz e depois levar com as as arbitragens do Sporting… isso é que é uma seca

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    Os comentários são do mais alto coturno, mas nada comparado com os que se esperam domingo aqui.

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    27.4.08
    Especial da revista espanhola Tiempo
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    LA IMAGINACION AL PODER. Esta fue una de las consignas estudiantiles de la revolución universitaria de mayo de 1968, a la que luego se acoplaron los trabajadores de París y del resto de Francia.






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    Conocido como el Mayo Francés, este acontecimiento histórico de 1968, del que se cumplen ahora 40 años, comenzó como una revuelta cultural estudiantil que se propagó también a los trabajadores, y provocó trascendentes repercusiones en todo el mundo.

    Como parte de las actividades propgramadas en Buenos Aires para recordar el Mayo francés, habrá siete conferencias y debates, una muestra de afiches y un ciclo de cine desde el 24 de abril hasta fines de mayo de 2008 en varias sedes de la capital argentina.

    La Embajada de Francia en la Argentina informó que el objetivo es el de analizar los eventos de Mayo de 1968 "como acontecimiento del mundo" y las actividades contarán con invitados franceses y latino-americanos para pensar su actualidad y sus memorias, las raíces filosóficas y políticas.

    Abordarán las repercusiones mucho más allá de Francia: en las calles de Praga, en los campamentos guerrilleros y en las prisiones de las dictaduras militares de América del Sur.

    El ciclo se inaugurará en la Feria del Libro con cinco mesas redondas que contarán con la presencia de distintas personalidades, como Danielle Tartakowsky, historiadora especialista de las movilizaciones sociales y del Mayo de 1968, y Barbara Cassin, filósofa de la antigüedad y miembro del "Comité de Réconciliation Vérité et Justice" de Africa del Sur.

    También estará Sonia Combe, historiadora especializada sobre los archivos y la memoria; Philippes Artires, historiador, director del Centro de Archivos de Michel Foucault, autor del libro 1968, Année politique (2008), y Maurice Matieu, artista pintor fundador de la corriente de la Joven Pintura francesa.

    Asimismo habrá debates sobre las herencias estéticas del cine, de la pintura y del arte popular del período en el Centro Cultural Rojas, a través de una muestra de afiches realizadas en la Escuela Nacional Superior de Bellas Artes de París en 1968.

    En la Alianza Francesa habrá una conferencia de Maurice Matieu y Marta Minujín y la proyección de la importante película Los amantes irregulares de Philippe Garrel.

    En la Sala Lugones estará el ciclo de cine La imaginación al poder: Mayo del '68 / 40 años después, integrada por 23 films documentales y de ficción de Guy Debord, Helke Sander, Chris Marker, Harun Farocki, Hervé Le Roux, Alexander Kluge, Jean-Luc Godard, Helga Reidemeister, Philippe Garrel y el Grupo Medvekine, entre otros, la mayoría inéditos en Argentina.

    Fuente: Télam

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    PARÍS, 15 Abr 2008 (AFP) -

    Centro histórico de la contestación estudiantil en Francia, la universidad parisina de la Sorbona, fundada hace más de siete siglos, tuvo un papel de detonante de los acontecimientos de Mayo del 68, y sigue siendo un lugar simbólico.

    Los primeros movimientos se registran en la universidad de Nanterre, a las afueras de la capital, pero la intervención de las fuerzas del orden, el 3 de mayo de 1968, contra varios centenares de estudiantes de extrema izquierda que esperaban con barras metálicas en el patio de la Sorbona un ataque de la extrema derecha, fue la gota que colmó el vaso.

    Cerca de 600 estudiantes y sus líderes fueron detenidos. Diez días más tarde, comienza la huelga general y la Sorbona es ocupada.

    "Al entrar en la Sorbona, la policía violó un santuario", explicó a la AFP el especialista Philippe Rotman. "Durante los diez primeros días de mayo, la cólera de los estudiantes se cristalizó en torno a esta intrusión y al cierre de la universidad".











    La Sorbona se convierte entonces en una Bastilla que hay que "evacuar". El Barrio Latino se transforma en zona prohibida circunscrita por barricadas improvisadas, escenario de varias noches de violencia.

    La noche del 10 al 11 de mayo, los jóvenes manifestantes se oponen violentamente a los CRS (policía de intervención) en el sector de las calles Saint-Jacques y Gay Lussac. El saldo cuenta heridos pero no muertos.

    El primer ministro Georges Pompidou intenta calmar la situación y manda reabrir la universidad el 13 de mayo.

    Miles de estudiantes afluyen a la facultad "abierta día y noche a todos los trabajadores": "Dejaban la Sorbona a los estudiantes para que discutieran por fin con calma de sus problemas universitarios. Pero los ocupantes deciden abrirla a la población para discutir de los problemas generales de la sociedad", analiza entonces el Consejo para el Mantenimiento de las Ocupaciones en un informe con fecha 19 de mayo del 68.

    Durante un mes, "la Sorbona navega como un barco a la deriva", cuenta Rotman: "Entre el mercadillo de las ideologías montado en el patio, las intervenciones desordenadas en los anfiteatros y las reuniones virulentas de diversos comités en los pisos, la universidad se vuelve un paquebote sin capitán".

    Pronto, el primer informe de ocupación de la Sorbona declara el fin de la lucha estudiantil en provecho de un movimiento de ocupación de fábricas. La universidad será evacuada el 17 de junio.

    En 2006, cuando los estudiantes salen a las calles para protestar contra el contrato primer empleo (CPE), los jóvenes manifestantes se vuelven a apropiar de la Sorbona, del símbolo.
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    BERLÍN, 15 Abr 2008 (AFP) -

    El Mayo francés ha pervivido como símbolo de una revuelta juvenil que tuvo en Europa otros escenarios y protagonistas de peso histórico, de Alemania a Checoslovaquia pasando por Italia o Polonia.


    -- ALEMANIA --

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    El movimiento de 1968 dinamita en Alemania la solidaridad impuesta por la posguerra para reconstruir el país y la obliga a asumir su responsabilidad ante el pasado nazi, negado en los años cincuenta.

    La contestación que se cuece desde mediados de los sesenta se propaga en junio de 1967 cuando la policía mata por accidente a un estudiante, Benno Ohnesorg, en Berlín Oeste, durante una manifestación contra el Sha de Irán.

    El movimiento estalla cuando el líder radical Rudi Dutschke sufre una tentativa de asesinato el 11 de abril de 1968.

    Los estudiantes impregnados por las teorías revolucionarias de la "Escuela de Francfort" reciben el apoyo de intelectuales progresistas como los escritores Heinrich Böll o Günter Grass y de grandes diarios como Der Spiegel o Die Zeit.











    Según el historiador Jürgen Kocka, 1968 "engendra la emergencia de nuevos movimientos sociales: pacifismo, ecología, corrientes alternativas, feminismo..."

    En 1969, el SPD de Willy Brandt gana las legislativas y los años setenta serán de liberalización moral pero también de violencia, con la Fracción del Ejército Rojo (RAF).


    -- ITALIA --

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    En Italia, el movimiento estudiantil de 1968, llamado el "mayo rampante" por su duración, logró la conjunción con el mundo obrero, al contrario que en otros países, antes de dar paso también al capítulo negro de "los años de plomo" y el terrorismo.

    La revuelta en las universidades fue extremadamente larga, entre los primeros atisbos en 1966, su apogeo en 1968 y la prolongación hasta el otoño de 1969.

    A diferencia de Francia, el mundo sindical y el Partido Comunista Italiano (PCI) se mostrarán abiertos a los estudiantes, cuyos dirigentes fueron recibidos por el secretario del PCI, Luigi Longo, en abril del 68.

    En esta época de guerra fría, la alternancia es imposible y eso explica también el éxito de la ola contestataria que se apodera del país y hace evolucionar una sociedad encorsetada por la Iglesia católica.

    "Sin los acontecimientos de 1968, no hubiéramos tenido divorcio (1970) ni aborto (1978)", asegura a la AFP el politólogo Giorgio Galli.

    Después de 1968 se abre la página negra de los "años de plomo" y el terrorismo (1969-fin de los ochenta), pero el vínculo entre ambos periodos es tema de discordia entre los especialistas.


    -- CHECOSLOVAQUIA --

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    En enero de 1968, en Praga, Alexander Dubcek, apenas nombrado al frente del Partido Comunista Checoslovaco, intentó poner en práctica su "socialismo con rostro humano". Una vía original que el Kremlin no aceptó y reprimió por la fuerza en agosto de ese mismo año.

    Levantada la censura, un gran debate agita a todas las clases sociales, sobre las crueldades estalinistas después del golpe comunista de 1948 en Praga. Dubcek pone en marcha reformas económicas y políticas para que sean ratificadas por el partido en septiembre de 1968 en congreso extraordinario.

    Pero la noche del 20 al 21 de agosto, la efímera esperanza de democracia desaparece, aplastada por las orugas de los blindados soviéticos.

    Dubcek, destituido, deja paso al pro-brejneviano Gustav Husak.


    -- POLONIA --

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    Polonia vivió a principios de 1968 una de las primeras revueltas estudiantiles de ese año en Europa. Severamente reprimida, fue explotada para lanzar una campaña antisemita de gran envergadura.

    Todo empezó con la obra de teatro "Los antepasados", del poeta romántico polaco del siglo XIX Adam Mickiewicz, que las autoridades consideraron antirrusa.

    Su prohibición por la censura provocó una manifestación espontánea de estudiantes delante del monumento al poeta en Varsovia. Sus cabecillas fueron expulsados de la universidad y el 8 de marzo empezó un ciclo de manifestaciones y represión que se extendió a otros centros y ciudades.

    Con ayuda de la policía política y los radicales del partido, el jefe del PC polaco, Wladyslaw Gomulka, puso en marcha una caza del "judío comunista". Unas 20.000 personas abandonaron el país y 13.500 de ellas perdieron la nacionalidad entre 1968 y 1970, según los documentos de los archivos.

    En marzo pasado, el ministro polaco de Interior, Grzegorz Schetyna, dio instrucciones para facilitar certificados de nacionalidad polaca a quienes la perdieron en 1968.
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    miércoles, 16 de abril de 2008
    Con motivo del 40º Aniversario de Mayo del 68, el Centro de Estudios de Castilla-La Mancha, en colaboración con el Sindicato de Trabajadores de la Enseñanza (STE-CLM), la Fundación Antonio Pérez, la Diputación de Ciudad Real y varias facultades de la Universidad regional, ha programado un conjunto de iniciativas, itinerantes por los campus, con el título genérico de “Herencia de Mayo del 68. Participación y democracia en la Universidad”.

    Entre ellas, una exposición de 52 carteles que ya acogió el Campus de Cuenca y que podrá verse en la Facultad de Humanidades de Toledo hasta finales de abril.

    “Los carteles muestran cómo reflejó la prensa francesa el mes de mayo de 1968, un año en que la protesta contra la guerra de Vietnam arrecia, en que muere asesinado Robert Kennedy, en que fallece Martin Luther King, en que se produce la primavera de Praga”, explicó el director del Centro de Estudios de Castilla-La Mancha, Isidro Sánchez. Según el profesor “se produjo una verdadera conmoción tanto en el bloque capitalista como en el comunista, con revueltas estudiantiles en Estados Unidos, en España y en México, que es el país donde más muertos se cobró la represión”. Por estas razones y por ser el año más representativo de los felices 60, “merecía la pena conmemorar su 40º Aniversario”, indicó.

    Tras la inauguración de la exposición, que viajará con posterioridad al Centro de Exposiciones de Ciudad Real y a la Facultad de Humanidades de Albacete, se celebró una mesa redonda sobre las implicaciones sociopolíticas de la revolución que popularizó consignas como “Prohibido prohibir” o “La imaginación al poder”. En el debate, que ya tuvo lugar en Cuenca y que se trasladará a Albacete el próximo 21 de mayo, participaron, entre otros, los representantes del STE, Angel Velasco y Felipe Moraga, e Isidro Sánchez.

    Jornadas monográficas

    Para conectar el Mayo francés con la actualidad y analizar su vigencia, el Centro ha programado unas jornadas monográficas en la Facultad de Letras de Ciudad Real los días 6, 7 y 8 de mayo. “Hay que seguir buscando la playa debajo de los adoquines”, indicó Sánchez.

    La primera sesión, dedicada a la génesis de la revuelta, contará con la intervención, entre otros, del profesor de la UCLM y cantante Patxi Andión, que contará su experiencia personal en los sucesos de París. La jornada siguiente estará dedicada al arte y la cultura de la época. Se revisarán el movimiento feminista, las opciones artísticas, la filosofía, la literatura y la música en los años 60.

    El ciclo concluirá el jueves 8 con una sesión dedicada a la herencia de Mayo del 68. Las ponencias versarán sobre las reivindicaciones políticas y sindicales y sobre los mecanismos de participación democrática en la Universidad.
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    Mientras gran parte de los países europeos se preparan para conmemorar el mítico Mayo del 68, Bélgica se encarga de recordar estos días que en su territorio las protestas estudiantiles arrancaron meses antes y, llegada la primavera, ya habían provocado la caída del Gobierno.

    Concretamente, el 7 de febrero de 1968 dimitió el Ejecutivo cristiano-liberal de Paul Vanden Boeynants tras semanas de altercados en la Universidad Católica de Lovaina, la mayor del país y principal protagonista del particular Mayo del 68 belga.

    Sin la repercusión de París o Berlín, la agitación estudiantil en Bélgica fue la única de toda la Europa occidental que hizo caer un Gobierno con su presión y aún hoy deja sentir su huella en la vida política del país.

    El poco conocido y tempranero Mayo del 68 belga mezcló elementos globales, como la lucha contra el autoritarismo, con otros más locales, sobre todo, el conflicto lingüístico entre flamencos y francófonos.

    Todo arranca dos años antes, en 1966, cuando los estudiantes flamencos de la Universidad de Lovaina comienzan a reivindicar con fuerza la escisión de la institución en un ala neerlandófona y otra francófona.

    En ese momento, Lovaina, una pequeña ciudad flamenca situada a unos 30 kilómetros de Bruselas albergaba a miles de estudiantes de habla francesa, alumnos de la Universidad, bilingüe.

    El despertar del nacionalismo flamenco en un Estado aún centralista y el temor a un 'afrancesamiento' de la zona llevó a los estudiantes a paralizar las clases al grito de 'Walen buiten!' (¡valones fuera!, en neerlandés), según recuerdan estos días los medios de comunicación, que engloban la crisis de Lovaina en el contexto de las protestas registradas en 1968 en muchos países.

    Poco a poco y ante la firme reacción de los obispos, encargados de la gestión de la Universidad, el conflicto se fue politizando y transformándose en una lucha contra la autoridad, sobre todo la eclesiástica.

    Junto a las demandas lingüísticas, comenzaban a escucharse palabras como Vietnam, marxismo o revolución, señala el análisis de los hechos publicado esta semana por el diario 'La Libre Belgique'.

    En enero de 1968, las pancartas habían cambiado el '¡Valones fuera!' por el '¡Burgueses fuera!'.

    Un mes más tarde, las protestas extendidas a gran parte de los centros educativos terminaban por derribar el Gobierno y, a la larga, forzando el traslado de la sección francófona de la Universidad de Lovaina a Valonia.

    En marzo, Bélgica ya había dado por cerrados los episodios más importantes de su Mayo del 68.

    En los meses que siguieron, los de las huelgas en Nanterre y La Sorbona y los disturbios en el Barrio Latino de París, la agitación apenas salió de las facultades, donde los alumnos pedían y consiguieron más libertad y poder de decisión.

    El conflicto de Lovaina dejó, sin embargo, una huella a largo plazo en la sociedad y en el sistema político belga quizás por encima de la asociada al Mayo francés.

    Primero llevó al partido democristiano a decidir su división en un ala flamenca y otra francófona.

    El resto de formaciones terminaron por hacer lo mismo y la reforma del Estado en 1970 acabó con la Bélgica unitaria y centralista e instauró el actual sistema federal.

    'El fin de Bélgica comienza en Lovaina en 1968', asegura Paul Goossens, periodista y uno de los líderes de las protestas universitarias de los años 60, en un artículo publicado en el número de abril de la revista 'Politique'.

    En varias entrevistas publicadas con motivo del cuarenta aniversario de los hechos, Goossens lamenta que los estudiantes de izquierdas no fuesen capaces de eliminar el rasgo nacionalista que aparecía dentro de su lucha por cambiar el mundo.

    El y otros analistas destacan -y muchos lloran- el cambio que supuso 1968 en la forma de hacer política en Bélgica, condicionada de forma progresiva a la necesidad de buscar compromisos entre partidos flamencos y francófonos.

    Hoy, sin llamamientos a eliminar sus vestigios como los del presidente francés, Nicolas Sarkozy, el 'Mayo belga' se recuerda entre la nostalgia por 'aquellos maravillosos años' y el análisis de sus consecuencias políticas, en un país marcado aún por los nueve meses de crisis gubernamental vividos recientemente.
    Terra Actualidad - EFE
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    JOSE PACHECO PEREIRA

     

     

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