Um blogue a partir do Porto sobre os media, a música e o mundo
31.10.07



Não é bem quarto, é mais uma sala de estar no Miami Design District., upload feito originalmente por huwkan.

link do postPor filinto, às 19:42  comentar

e o Halloween do Google.
link do postPor filinto, às 13:19  comentar

No ano passado contei o que me ri quando o ministro venezuelano William Lara anunciou que não permitiria que o Natal iánqui ocupasse as repartições públicas. Guilherme, desculpem, William segue as normas do regime aparentemente idealizado durante a visita de Karol Woytila -- Papa João Paulo II -- a Cuba. Socialismo e cristianismo ibero-americano.

Mas no ano anterior à decisão de William (2005, portanto), o presidente Hugo Chávez já havia pedido aos venezuelanos para ignorarem o Halloween. Essa festa do demo, pré-cristã.

Já este ano, na Polónia, a Margarida Moreira de Gdansk, pediu aos colégios e escolas que evitem a celebração, pois é uma festa relacionada com o satanismo e o ocultismo. A directora regional de educação segue os preceitos da igreja católica, naturalmente. Polónia, então, Equador -- onde o presidente proibiu os festejos nos serviços do Estado -- e o México tiveram direito a condicionamento dos festejos.

Em Itália, houve uma reacção. Vários grupos católicos decidiram organizar a "Noite dos Santos e dos Mistérios", para competir com o Halloween.

Mas, reacção por reacção, prefiro a do Brasil. Em 2005, o governo instituiu o Dia do Saci para este 31 de Outubro (+).
link do postPor filinto, às 13:13  comentar

9.10.07
link do postPor filinto, às 14:27  comentar

7.10.07
[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=KxPlhYMmU7E]
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link do postPor filinto, às 12:28  comentar

Acabei de receber um pedido de amizade no Hi5. Não, não é isso que é surpreendente. O que é surpreendente é que o pedido vinha com o meu nome. Exactamente: era do meu pai.
link do postPor filinto, às 12:26  comentar

5.10.07




Sempre me ensinaram a odiar a República.

Tempo de anarquistas, diziam, tempo de rebeldes, tempo de confusões, tempo de desbaratinos e desatinos…

Aos poucos, vendo pelos meus olhos o que a tinha substituído e o que veio a substituir o período negro, a República que eu entretanto conhecera (graças a leituras precoces de uns livros de história sérios) até não me pareceu nada de mal — muito menos houve algo anti-natura no que se passou no período de 1910/1926 (ou, creio eu, mais correctamente 1910/1939), e que passei a admirar.

Houve homens valorosos, incutiram-se os grandes princípios, que nos abandonaram entretanto, e multiplicaram-se as acções heróicas dentro e fora da “piolheira”, tudo coisas que incomodaram a mesquinhez, o miserabilismo e a instalada podridão. Estas três qualidades do povo que anda por estes lados da Península Ibérica vieram a instalar-se aos poucos, até que reinaram definitivamente desde o fim da segunda guerra até finais dos anos 60 ou até 1974.

Não esmorecer, hoje, que eles ainda andam aí.
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link do postPor filinto, às 13:31  comentar



Rui Rio quer o «fim da impunidade dos jornalistas», um eufemismo para a limitação do pluralismo na informação. E ao mesmo tempo que discorre sobre a impunidade dos jornalistas, Rio continua a utilizar o site e os painéis publicitários da Câmara Municipal do Porto para a demagogia mais baixa e impune.

TBR no Kontratempos

link do postPor filinto, às 12:56  comentar

Neste fotoblog encontrei a imagem a história da Fosa común de Oviedo. Cuja história surge neste link.
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link do postPor filinto, às 12:36  comentar

4.10.07
- Onde está a sua ficha?

- A sua colega entregou-a ao dr. José - foi ele que me encaminhou para aqui.

- Desculpe, não percebi!

- O dr. José ainda tem a minha ficha, mas pediu para que a colega visse primeiro o…

- A funcionária.

- Desculpe?!

- Foi a funcionária que entregou a ficha ao dr. José.

- Haã! Sim... claro... queria dizer “colega” no sentido de serem “colegas de trabalho”, de trabalharem no mesmo sítio.

- Ela é funcionária da clínica e eu sou enfermeira.

- !?!

- Ela é funcionária e eu sou enfermeira… O que se passa então? É o dr. José que tem a sua ficha, não é?




Por muito estranho que pareça, isto passou-se mesmo.

Um amigo sindicalista diz que esta é uma das coisas que dificultam a “unidade na acção”, concordo e considero mesmo uma falta de respeito - a não ser que a enfermeira ao distinguir-se da funcionária estivesse apenas a acentuar que não tinha vínculo contratual com a clínica.

link do postPor filinto, às 23:49  comentar

Comungo do princípio do post for burma em defesa da liberdade na Birmânia (Myanmar). A intoxicação de informação seguida da míngua deixa-nos angustiados. A memória e os relatos de protestos passados - normalmente reprimidos de forma sangrenta - não nos deixam sossegados com o que se estará a passar dentro do muro de silêncio que é o país, apenas vigiado pelos satélites. Há muitos conflitos no mundo, e todos eles serão decerto injustos, e ainda mais assassinos do que este (Darfur), mas a morte de um jornalista estrangeiro, japonês no caso, em serviço, ajuda-nos a despertar para este.
link do postPor filinto, às 00:08  comentar

3.10.07


Rui Tavares
Diz-se que as elites do PSD perderam por falta de comparência ou por acharem que tinham o partido na mão. Ambas as explicações significam isto: as elites do PSD, no fundo, não são tão elites quanto isso. Na tradição nacional, sempre esperaram que o seu lugar lhes fosse guardado e cedido: no conselho de administração como no conselho de ministros. Nos intervalos do poder, escolhiam um caseiro para tomar conta do partido.

aqui.

E João Miranda
Dicionário
Populista:

7. Político que não é de Lisboa.
8. Político de Lisboa que gosta de futebol.
9. Pessoa que oferece frigoríficos em vez de computadores e telemóveis.


acolá.
link do postPor filinto, às 10:23  comentar



Estive duas vezes na Biblioteca de Alfredo Ribeiro dos Santos, em serviço. A primeira julgo que por causa do seu ensaio sobre Abel Salazar e a segunda, há uns dez anos, por altura do aniversário da candidatura do general Norton de Matos à Presidência da República (1948 ou 1949). Fiquei impressionado com a sua biblioteca. Mesmo. E é por isso que me surpreendeu que estivesse preparado para vender. Ainda não consegui perceber porque o faz, nem com o bom trabalho feito pelo JN, e esperava que se pudesse concretizar, com ela, no Porto, um espaço para a memória do século XX, onde se incluísse este e outros espólios que decerto se vão perder e/ou dispersar.

O aniversário da República está aí ao virar da esquina. E nós vamos atravessar a rua, vocês vão ver.

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link do postPor filinto, às 09:44  comentar

O facto de as autoridades ligadas à Junta Militar que dirige a Birmânia (Myanmar) terem desligado as ligações do país com o exterior, nomeadamente as linhas telefónicas, não impediu o mundo de continuar atento ao que se passa lá. Aproveitando as imagens de satélite, defensores dos direitos humanos estão mesmo a estudar as alterações que se verifiquem na paisagem vista lá de cima. A National Geographic noticia indicações de aldeias incendiadas, a construção de campos militantes e o nascimento de um grande campo de refugiados ao longo da fronteira com a Tailândia.
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link do postPor filinto, às 09:32  comentar

 
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