Por respeito aos jornalistas que estão a acompanhar junto da GNR e da Polícia Judiciária a investigação da casa de Óbidos que alegadamente pertenceu à ETA, gostava que fossem eles, e não as agências espanholas usando como fonte o Ministério do Interior em Madrid, a informar-me sobre o que se vai descobrindo. Por exemplo, gostava de saber como se passou em poucas horas de 500 para 700 e depois para 1500 quilos de explosivos?
Ou porque o olho vivo José Manuel Anes (que há um mês descartou quase completamente a possibilidade de ETA ter uma base em Portugal) exorta, agora, o governo a falar?
