O Bispo do Porto defende a necessidade de uma legitimação especial do Casamento de Pessoas do Mesmo Sexo, aludindo à possibilidade de se fazer um referendo sobre a matéria. Claro que se trata, de novo, de adiar o inevitável, como aconteceu no caso da Interrupção Voluntária da Gravidez. Claro que se trata, de novo, de tentar que o Estado, as "Instituições" e o colectivo interfiram de forma inaceitável em comportamentos, decisões e opções meramente individuais.
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