De Anónimo a 30 de Novembro de 2008 às 14:25
Coitadinho do menino que fica tão irritadinho
De
jorge c. a 30 de Novembro de 2008 às 19:13
Eu discordo em absoluto.
Se a blogosfera não tivesse pedaços de estupidez como o do comentário aqui de cima não seria como a vida normal. É preciso para sabermos que há gente assim, sem valor, pequena, fútil, sem carácter ou coragem. É por causa dessas pessoas que a nossa opinião é válida e faz um bocadinho de sentido, porque a assumimos, porque nos assumimos.
Ao esconderem-se, os ratos dão-nos motivos para nos sentirmos orgulhosos e justificam aquilo que há de pior no mundo: a falta de honra misturada com cobardia.
No fundo, é a blogosfera a imitar a vida. Ainda bem que assim é.
De fado alexandrino a 30 de Novembro de 2008 às 21:53
Não percebi muito bem, mas o senhor Jorge C. não se considera anónimo?
De
jorge c. a 30 de Novembro de 2008 às 23:37
O senhor Jorge C. não se considera anónimo. Qual é a dúvida do sr. fado alexandrino?
De fado alexandrino a 1 de Dezembro de 2008 às 00:30
Não é anónimo?
Essa agora então assinar Jorge C. representa o quê?
De
jorge c. a 1 de Dezembro de 2008 às 00:43
Fado Alexandrino,
Represento uma pessoa com um nome, um blog e um e-mail, para além do comum IP. Com todas estas fantásticas características eu identifico-me de várias formas.
Ou seja, virtualmente eu sou identificável.
O anonimato de que o Filinto fala tem que ver com a sombra, com a não assunção. Eu assumo-me no momento em que tenho espaços onde posso ser confrontado.
Mesmo que seja um nick, que não seja o nome verdadeiro, ele tem um suporte virtual que permite à contraparte opor-se.
Mesmo depois de lhe ter justificado educadamente, continuo sem compreender por que motivo a pergunta me é feita a mim que discordei do Filinto. Será que se sentiu tocado de algum modo?
De fado alexandrino a 1 de Dezembro de 2008 às 02:30
Cheguei aqui pelo blog de Eduardo Pitta que aliás democráticamente não permite comentários.
O que me surpreendeu foi a sua atitude irada com o autor do primeiro comentário que não tinha feito nenhuma afirmação que incomodasse por ai além.
O senhor é tão anónimo como eu que sou o Carlos A. que também tenho um blog, um IP, um mail e também me conhecem no café.
O que vejo é que o senhor é muito susceptível e incomoda-se por pouco e julga-se mais importante do que, “penso eu de que”, será na realidade.
E com isto despeço-me.
De
jorge c. a 1 de Dezembro de 2008 às 02:49
Irado? Ó homem, vá dormir que o seu mal é sono.
De fado alexandrino a 1 de Dezembro de 2008 às 08:06
Já dormi.
Está a ver o senhor é fácil no insulto.
O seu caso é psiquiátrico.
De
filinto a 1 de Dezembro de 2008 às 09:02
Meu caro, ainda bem que democráticamente pôde botar faladura aqui... digo eu, talvez o melhor seja mesmo vetar os comentários. Se não compreende a resposta que o meu amigo Jorge C. dá no seu primeiro comment, com ironia, com certeza não percebeu o post e eventualmente a razão do link do Eduardo Pitta. Oh homem! (ou será, Oh minha senhora!) você não consegue perceber a diferença entre um nome - e eu chamo-me Filinto, pode passar facilmente como nickname, aliás já o foi de um famoso escriba -, um ip e até um blogue e não ter identificação nenhuma? Caramba, você assina como fado alexandrino!!? helloôo!!
De fado alexandrino a 1 de Dezembro de 2008 às 10:34
Obrigado.
Já percebi que os senhores são muito inteligentes, cultos e tudo isso.
Criar um blog e fechar os comentários é uma situação para mim muito evidente, trata-se de um acto de narcisismo e por isso, ainda que não tenha tempo para visitar o seu blog espero que mantenha a caixa de comentários aberta.
Pensei que já me tinha explicado.
O comentário anónimo, o insulto mesmo são sempre bem-vindos, cada um responde por si.
O que comentei e parece que não perceberam foi a agressividade que o seu amigo mostrou contra o comentário do anónimo e posteriormente contra mi,
Um espelho fazia-lhe jeito, não acha?
PS. Veja lá se sabe quem eu sou pois tenho tudo isso que transforma o anónimo em ser vivo?
De
filinto a 1 de Dezembro de 2008 às 23:05
Combinado. Fui ao google, ok. Prazer em conhecê-lo, vagamente. Ao menos tem um nick com piada e um blogue. Poderia agora andar atrás de si (no seu blogue e no Blasfémias, pelo menos) a demonstrar-lhe que o insulto blogosférico pode tirar-nos do sério, irritar e levar os amigos a defender-nos? Poderia fazer de seu espelho e perceberia melhor... mas não tenho tempo. Olhe, não quer levar o anónimo do primeiro comentário consigo para o seu blogue já que lhe sentiu as dores?
De fado alexandrino a 2 de Dezembro de 2008 às 09:16
No fim percebeu o que sempre quis dizer desde o principio.
Ele é tão anónimo como eu, o senhor ou o seu amigo.
E é assim que a blogsfera é viva.
De
O Sniper a 2 de Dezembro de 2008 às 10:23
Oh senhor fado alexandrino: não quero estar para aqui a tomar as dores dos outros, porque o Filinto sabe defender-se e não precisa da minha ajuda. Apenas faço um reparo: democraticamente escreve-se sem acento.
De fado alexandrino a 2 de Dezembro de 2008 às 19:27
É isto que a blogsfera tem de fascinante.
Está discutir-se um assunto, por um pequeno lapso deixa-se passar um erro ortográfico e em menos de um fósforo aparece logo um marmelo todo entusiasmado porque pode fazer de professor com o dedinho no ar.
Muito obrigado pelo reparo, logo que abra o curso nocturno para adultos vou a correr inscrever-me.
De Anónimo a 3 de Dezembro de 2008 às 09:33
Senhor Alexandrino: esta não é a minha casa, pelo que me abstenho de mais comentários.